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Férias da Páscoa: seis dicas da Liberty Seguros para uma semana “santa”

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ConsumerSpotlight_Abril 2023 PT_main article
  • Estudo da seguradora “Casa Segura” permitiu recolher como os portugueses protegem a sua habitação em períodos de ausência mais longos.
  • No mesmo estudo, quase metade dos inquiridos admitiram que o custo da implementação de medidas adicionais é um fator de impedimento para aumentar a segurança da casa.

Para muitos portugueses, a Páscoa é um momento de convívio fora de casa e, por isso, também uma altura em que é necessário ter um cuidado redobrado com a casa. No estudo “Casa Segura” desenvolvido pela Liberty Mutual com a Kantar e a Red C para a Liberty na Europa (Portugal, Espanha, Irlanda e Irlanda do Norte) em janeiro e fevereiro de 2023 e agora divulgado, 30% das pessoas assumiram que não têm qualquer cuidado particular antes de sair de casa para garantir a proteção da mesma.

No estudo direcionado aos titulares de seguro lar, no qual participaram 344 das 500 pessoas inquiridas em Portugal, 37% veem nas redes sociais uma ameaça e optam por não fazer publicações sobre as férias, ao passo que 30% contam com o apoio dos vizinhos para terem em atenção movimentações estranhas e recolherem a correspondência.

“Há fatores que variam de uma casa para a outra, tal como a idade, o estado do interior e exterior, as condições gerais do local, como o clima, ou os valores que estão no seu interior. É importante tê-los em conta quando o tema é a proteção do lar, tanto no dia-a-dia como nos períodos de férias”, explica José Luis García Camiñas, Diretor Executivo de Producto da Liberty Seguros na Europa. “Cada lar é diferente, por isso o importante é ter apólices de seguros com coberturas que respondam às necessidades reais de cada pessoa ou família”, acrescenta.

Para umas férias da Páscoa “santas”, sem preocupações, siga as seis dicas que a Liberty Seguros preparou para ajudar a proteger a sua habitação.

1. Não partilhe demasiado nas redes sociais
Hoje em dia, a tentação de partilhar com os amigos e seguidores os locais que visitamos pode ser grande, mas ficar afastado das redes sociais pode ajudar a evitar um assalto. Dar a entender que está de férias e longe de casa, permite que seja percetível que irá ficar algum tempo longe de casa. Para os portugueses, este tema é já uma preocupação e 37% afirmam que é uma das preocupações quando estão de férias. O nosso conselho é que espere por estar de volta para partilhar os melhores momentos da sua viagem.

2. Mostrar que está em casa, sem estar
Já dizia Nicolau Maquiavel que “mais importante do que ser é parecer ser” e, neste caso, o truque pode ser esse. No estudo da Liberty Mutual, 18% dos portugueses afirmaram utilizar luzes inteligentes ou com temporizador. Esta estratégia pode afastar possíveis assaltantes de se aproximarem das casas, uma vez que podem parecer habitadas quando não estão. Existem também outras técnicas, como deixar a roupa no estendal, levada a cabo por 13% dos inquiridos, ou não fechar totalmente as persianas que transmitem a sensação

3. Pessoas afastam pessoas
Dos mais de 340 portugueses questionados, 30% afirmam que pedem ao vizinho para recolher a correspondência ou estar atento a movimentações estranhas e 17% contratam alguém para cuidar da casa nos períodos de ausência. Estas são dicas importantes que evitam que a casa pareça desabitada.

Peça que reguem as suas plantas, que abram as janelas e que, em caso de o seu carro estar na rua, o estacionem noutro local para não parecer parado durante muito tempo.

4. Não deixe valores à vista
Mesmo que a arrumação da casa lhe pareça um pormenor irrelevante, por não se ver do exterior, esconder objetos valiosos é a melhor forma de proteger qualquer objeto valioso de um possível intruso que possa entrar em sua casa. Esta é já uma prática de 21% das pessoas que também contam com um seguro Lar para protegerem ao máximo a sua casa.

5. Segurança também é decoração
Aumentar a segurança de dentro para fora diminui o risco de sustos maiores. As portas blindadas foram indicadas por cerca de 30% dos inquiridos como tendo sido uma medida de segurança implementada dentro de casa. O alarme de segurança já é utilizado por 21% das pessoas e a câmara de segurança por 17%. Além disso, existe ainda quem opte por colocar grades na janela ou contratar serviço de segurança privados.

Do estudo, concluiu-se ainda que, por um lado, os custos de implementação destas e de outras opções, inibem quase metade dos portugueses (48%) de implementar estas medidas de segurança em casa e que, por outro lado, cerca de 45% sentem que a sua casa é suficientemente segura.

6. Os fenómenos de natureza são imprevisíveis
As catástrofes naturais são, infelizmente, cada vez mais frequentes e, por seu lado, os acidentes caseiros podem ocorrer mesmo quando não há ninguém nas habitações. No estudo, os incêndios foram indicados como o evento que levanta maior preocupação – a 25% dos inquiridos, seguido das fugas e danos causados por água, apontado por 21%. Os danos por tempestade e inundação foram uma situação apontada por 18% das pessoas e os assaltos por 16%. Apenas 3% não se mostraram preocupados com o que possa acontecer durante a sua ausência.

Para evitar danos mais significativos que possam ocorrer, deverá desligar a água, o gás e a eletricidade durante a sua ausência, além de reforçar a sua habitação com detetores de fumo e de monóxido de carbono. Por fim, um Seguro Multirriscos Habitação é também uma recomendação para acautelar apoios financeiros necessários caso ocorra algum imprevisto.de casa habitada, um cuidado que 13% dos respondentes afirmaram ter.